segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Coisas da Globalização!

http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E&NR=1

Primeiramente, assista o vídeo postado no Youtube (link acima). Assistiu? Então vamos lá! Como é incrível a diversidade de situações que nós, seres humanos, devemos lidar em nosso dia a dia. O vídeo faz uma reflexão de todo o processo de transformação social, ambiental e econômica. irei chamar a reflexão do vídeo de "CADEIA PRODUTIVA DA TRANSFORMAÇÃO". Posso afimar que tudo que foi abordado e, muito bem abordado, pela autora é reflexo das frustrações humanas que se consolidaram na linha do tempo da humanidade. Posso dizer que todo esse processo inicia-se a partir da revulação industrial, no momento em que se começa a produção em grande escala, a produção de automóveis, HENRY FORD ditando regras de consumo mundial e a Inglaterra, se fortalecendo em detrimento dos países subdesenvolvidos.

Diante de todo esse processo, os seres humanos vivem uma economia altamente destrutiva e , claro, capitalista, onde somos o espelho do ditado popular "FARINHA POUCA, MEU PIRÃO PRIMEIRO". É nesse contexto que vivemos... Destruimos a natureza, nosso carater, nossa ética, e tudo, por causas e coisas materias.

E agora? Mais uma vez insisto em comentar sobre a "ERA DIGITAL", só falam em inclusão digital, o tal do computador nem chega à todos! São tantos teclados, tantas @@@@@@@@@, enter, delete, F1, F2, F3, uma parafernália digital e o processo de ensino e de "inclusão" é precário.

E a nossa Amazônia, dominada pelo capital intelectal dos estrangeiros, é isso mesmo, capital intelectual, por que ainda, o Brasil, não conseguiu neutralizar a invasão do capitalismo mundial.

Daqui há 10 anos, em que fase estaremos? Campanhas de reflorestamento? De plantio de árvores? Não jogue plástico nas ruas?

Abraços!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Somos escravos da Política Racista brasileira!


Pois é meus nobres companheiros, somos escravos desde o ano de 1500, se não me falha a memória e estendeu-se até 1888, com um documento assinado pela Princesa Isabel, estabelecendo o final da escravatura, a Lei Aurea, mais sabemos que isso só foi um "engodo" na história clássica do Brasil. Passamos por três séculos e meio de escravatura e, ainda, continuamos nessa ridicularidade histórica.

Recentemente um professor da Universidade de Havard foi confundido com um maluco, com um assaltante, como um assassino... Gates é diretor do Instituto de Pesquisa Afro-Americano de Harvard. Em 1997 foi considerado um dos americanos mais influentes pela Revista Time, mais pelo fato dele ser negro, ele era o assaltante!

Hoje, 20 de agosto de 2009, mais um caso de negligência e DESCASO com a população negra. Chega ser ilário... O segurança negro Januário Alves de Santana foi confundido com um ladrão quando entrava em seu próprio carro (ECOSPORT), no estacionamento de um supermercado. Há 2 semanas a família fazia compras no supermercado em Osasco na grande São Paulo ele estava no estacionamento porque a filha dormia no banco de trás. Quando um homem armado se aproximou. Era um segurança do Carrefour, mas segundo Januário ele não estava de uniforme e não se identificou. Os dois lutaram até que outros seguranças apareceram mas ele foi levado para uma sala e espancado" E, O PIOR, A POLICIA AINDA LEVOU o "NEGRO" para a delegacia.

Vivemos num país de aparência! Somos escravos desde a descoberta do Brasil.

Agora só preciso relutar com uma coisa, políticas públicas para igualdade racial? Isso funciona?

Até a próxima!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Caos na Cultura Baiana!

Engraçada a cultura da Bahia!

Crônica de uma Cultura na UTI
Por Gideon Rosa*


Um pouco de humor não deve fazer mal para ninguém, não é verdade? Estive refletindo sobre a queda do secretário de educação Adeum Sauer. Aí, depois de perceber a rapidez com que ele foi defenestrado do governo, lembrei da resistência de Márcio Meireles. Apesar de ter cometido atrocidades infinitamente maiores, o rapaz continua no cargo, agarrado no pelo da vaca leiteira tal qual um carrapato rodoleiro. Minha conclusão simplista: a mãe-de-santo de Adeum Sauer, claro, não é a mesma de Márcio Meireles. Quando veio de Itabuna para a Bahia, ele deveria ter se consultado imediatamente com Márcio, pois ele consegue passar de um governo para o outro com uma indefectível cara de herói e grande artista, muito embora tenha um ódio mortal de seus pares. Não importa, da direita a esquerda (incluindo todos seus matizes), lá está Meireles fartando-se das verbas públicas, e isso vem desde os tempos dos militares.


Como assim? Ora, ora, esse monólito tem mais faces do que pode imaginar nossa vã filosofia. Fora outros arroubos comportamentais privados que não interessam a ninguém, podemos lembrar que ele transitava absoluto na Sala do Coro (então embrionária) do TCA, que era de uso quase exclusivo do grupo Avelãz y Avestruz. E ainda era o governo Roberto Santos. Em seguida, em 79, já no governo ACM, além do contínuo apoio do Estado, veio a benesse do extinto Serviço Nacional
de Teatro (SNT) e duas kombis caíram na mão do Avelãz y Avestruz, que assim pôde circular pelo Brasil. Depois, veio o governo João Durval, quando tudo continuou, mas ficou bom mesmo foi quando entrou Waldir, o breve. Aí foi a festa. Empossado diretor do Teatro Castro Alves
elaborou um mirabolante projeto de vender o TCA para construir, sob o Campo Grande, um estrondoso shopping cultural, com estacionamento, que desaguaria numa extraordinária visão da Bahia de Todos os Santos através de um subterrâneo que seria cavado até o Palácio do
Arcebispado, que hoje já virou edifício. Mas o resultado disso tudo foi entregar um TCA fechado, sem servir para coisa alguma. E os anos seguintes? A história da reconstrução do TVV é, por si, emblemática, pois com dinheiro privado é que não foi.


O cerne do problema da política cultural na Bahia é de incompetência. Locupletaram-se todos nos cargos, mas o que fazer? Não sabem, pois do governador até ao mais humilde assessor recém-empossado, há uma ignorância profunda sobre do que se trata mesmo esse negócio da
cultura. Se o governador pudesse avaliar competentemente o problema já teria trocado seu time nos primeiros seis meses, não esperaria sequer um ano, porque, está mais do que evidente que seu pessoal anda pisando na bola com os setores produtivos. Artistas ativos com até três
décadas de muito suor nas axilas (sim, porque artista varre chão, carrega peso, desmonta cenário, trabalha sem hora para terminar) estão todos impedidos de exercer seu ofício porque, uma vez empossado como secretário, ele resolveu vingar-se dos seus pares que não lhe renderam
homenagem. Como? Desacreditou todos os mecanismos que viabilizavam a produção, expulsou os parcos empresários que simpatizavam com as artes, e, em se tratando de verbas do Estado resolveu pulverizá-las para que ninguém mais produzisse qualquer ousadia. Em dois anos e meio
de poder absolutista, nosso secretário de cultura conseguiu produzir apenas mediocridades, eventos que já se perderam na bruma da memória, mas consumiram muito dinheiro público. Quanta diferença isso faria se esse montante tivesse sido jogado para incrementar a produção artística! Infelizmente, apenas o governador não consegue perceber o desastre que é tudo isso: a produção artística baiana foi jogada no retrocesso que nos remete ao início dos anos 80, ou antes.

Mas talvez, para quem está acostumado com a lide sindical, seja normal passar grande parte do tempo em inócuas reuniões, seminários e encontros, que jamais apresentaram qualquer resultado concreto, a não ser um surpreendente mapeamento territorial que servirá muito bem aos
propósitos de perpetuação no poder. Bem, talvez o objetivo seja apenas esse e, então, nada mais interessa e o que foi feito nesse sentido basta. Governador, em outubro próximo acontece em Salvador a segunda edição do Festival Internacional de Artes Cênicas (FIAC). Deveria ser
aquele momento em que brincantes daqui e de várias partes do Brasil e do mundo diriam uns aos outros: “Mostra o seu que eu mostro o meu”. Porque nos últimos dois anos a Bahia não fomentou produções artísticas significativas, não teremos o que mostrar de novo, a não ser que seja
um rol de repetições, ou as coisas do Vila, velho. Pois, sim, ao vencedor, as batatas!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

É tanta inclusão que já estou ficando "GROG".


Inclusão de lá, inclusão de cá, inclusão aculá, é tanta inclusão, sem resultados, que eu já estou ficando "grog".

O número de ações de inclusão do estado (insso inclui as três esferas públicas), ONG's e iniciativas privadas não está no gibi. É inclusão digital, inclusão social, inclusão educacional, inclusão unilateral, inclusão de gêneros, é tanta inclusão, que estamos perdendo o foco o verdeiro objetivo: Mudança e transformação.

Como podem ficar dizendo que essa tal de inclusão digital vai melhorar a vida dos jovens? O tal do computador nem chega à todos! São tantos teclados, tantas @@@@@@@@@, enter, delete, F1, F2, F3, uma parafernália digital e o processo de ensino e de "inclusão" é incompatível com as massas da população brasileira.

Estamos sendo engolidos pela inclusão digital, o nível de criação de textos da nossa juventude é extremamente ridículo, começamos a digitar e o próprio sistema já corrige seus erros, tudo que aprendemos na "escola" não serviu para nada?

Criança com 3 anos de idade já tem celular! A gurizada só quer saber de internet, que por sinal é cara, nem chega a todos......

Estamos na verdade, num verdadeiro processo de exclusão educacional e intelectual...

Até outra vez!!!

Abraços!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Tomada de decisão: Cada vez mais uma responsabilidade dos administradores financeiros?

Olá pessoal, hoje estou postando um artigo meu, produzido numa reflexão sobre as tomadas de decisão dos gestores, perfis de lideranças e estratégias. Ah, vale ressaltar que sou fã de Peter Drucker, o Guru da Administração Estratégica.

Boa Leitura!

RESUMO

O mundo dos negócios hoje está em constantes mudanças, desde novas práticas de negócios, novas práticas de gestão e, principalmente, tomadas de decisão baseadas em análises e estudos financeiros. O artigo faz uma analise conjuntural globalizada, das práticas de gestão no Brasil e de como os gestores estão nos dias atuais, buscando novas alternativas e ferramentas administrativas - financeiras para que as suas decisões sejam as mais precisas possíveis, e, com isso, consigam alcançar resultados expressivos para as finanças corporativas.

Existe uma série de fatores que os gestores podem se basear para que as suas decisões sejam as mais precisas, são balanços patrimoniais, dados estatísticos, previsões financeiras, estudos de viabilidade econômica, métodos de análise financeira, enfim, uma gama de ferramentas teoricamente organizadas para dar ao gestor, embasamento para tomada de decisões.

Também neste artigo, será exposto um tema que está em evidência no Brasil e no mundo, a Sustentabilidade Econômica, no viés que essa prática possibilita uma melhor alocação e gestão mais eficiente dos recursos e no que isso pode influenciar nas tomadas de decisão. Esta prática tem um contexto macro social, um pouco diferente da lógica economicista, porém vem sendo adotado por diversas empresas brasileiras.

PALAVRAS CHAVES: Tomada de decisão, gestão financeira, ferramentas administrativas, liderança, sustentabilidade.

Compreender e entender o sentido e o significado de finanças é de fato estratégico. Alguns sites e livros que falam sobre o tema, abordam as finanças a um conjunto de recursos disponíveis circulantes em espécie que serão usados em transações e negócios com transferência e circulação de dinheiro. Sendo que há necessidade de se analisar a fim de se ter exposto a real situação econômica dos fundos da empresa, com relação aos seus bens e direitos garantidos.

Os números fazem parte do cotidiano organizacional, no controle dos recursos para compras e aquisições, tal como no gerenciamento e própria existência da empresa nas suas respectivas áreas, seja no marketing, produção, contabilidade e, principalmente na administração geral de nível tático, gerencial e estratégica em que se tomam dados e informações financeiras para a tomada de decisão na condução da empresa. Tudo envolve a gestão financeira, aliada a todos os setores que formam as atividades das organizações.
Além de todos os fatores, os especialistas destacam que para os bons gestores financeiros obtenham resultados significativos, é deixar claro para os proprietários das organizações que os gastos pessoais não podem ser confundidos com os da empresa.
Também devem ser evitadas as vendas a prazo. Caso elas sejam feitas, é importante que se adote uma criteriosa análise de crédito, como comprovante de renda ou residência, referências e consultas de crédito.
Administrar é decidir, e a continuidade de qualquer negócio depende da qualidade das decisões tomadas por seus administradores nos vários níveis organizacionais. No entanto, o processo de tomada de decisões vem assumindo complexidade e risco cada vez maiores na economia brasileira. Desajustes de mercado, competitividade, entre outros aspectos vêm exigindo uma capacidade mais analítica dos gestores empresariais. Os conceitos financeiros tradicionais, consagrados em outros ambientes, costumam encontrar enormes dificuldades de adaptação à realidade empresarial brasileira, demandando um conjunto de ajustes e reflexões para a tomada de decisão.

No que tange a administração financeira, além das ferramentas utilizadas para tomada de decisão, a sustentabilidade é outro ponto importante para os gestores financeiros tenham também temas que podem levar ao sucesso empresarial e aumentar a qualidade das decisões financeiras.
A sustentabilidade financeira, enquanto parte da auto-avaliação organizacional, é um processo contínuo por meio do qual a instituição reconhece sua própria realidade, buscando compreender os significados do conjunto de suas atividades para melhorar a qualidade educativa e alcançar maior relevância social.
Numa visão econômica, sustentabilidade significa o retorno financeiro de um projeto, permitindo o seu funcionamento de forma efetiva e indefinida, mesmo depois que a assistência financeira que lhe é oferecida acabar. Atualmente as empresas que não acompanham as necessidades do mercado e as exigências, principalmente as sociais, ficam fadadas a perder espaço e, consequentemente, não atende as exigências do mercado no qual está inserida. Uma experiência é sustentável, quando as diversas forças que se mobilizaram para concretizá-la continuam ativas, depois de terminado o projeto inicial que lhe deu origem
E para dar embasamento a todas as questões elucidadas, a liderança é parte deste processo. Escolher um modelo não é tão simples como pode parecer para alguns. Devem-se observar aspectos como a maturidade do grupo e a própria maturidade dos gestores. Nos estudos de Peter Drucker (1996, p.1) considerado o pai da administração moderna, o líder tem que gerenciar a si próprio; conhecer as suas forças e colocá-las em beneficio dos bons propósitos. A liderança começa, não quando os gestores estabelecem regras para os outros, mas quando ele próprio traça regras exigentes para si. É importante ressaltar que os colaboradores não estão condicionados a um único modelo de liderança. Por isso, os gestores deverão ter a sensibilidade de ser flexível conforme a necessidade da equipe, pois, é impossível ser autoritário e democrático o tempo todo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARAÚJO SANTOS F. A malha técnico-científica. Porto Alegre: UFRGS, 1998.

CONJUNTURA E PLANEJAMENTO, Salvador: SEI, n.128, p.31-37, Janeiro/2005.

Diário do Comércio e Indústria (Caderno Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae-SP)

FERNANDES, C. B. A comunicação empresarial. Revista de Ciências da Administração. Florianópolis, v. 1, n. 2, ago. 1999.

HELLER R. Como tomar decisões. São Paulo: Publifolha, 1998: 17h23.

LEOTO, Sergio; LEOTO, Magali. Tipos de Liderança. www2.uol.com.br/bibliaworld /smleoto/workshop/lido25.

SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Ed. Garamond, Rio, 2000.