Olá pessoal, hoje estou postando um artigo meu, produzido numa reflexão sobre as tomadas de decisão dos gestores, perfis de lideranças e estratégias. Ah, vale ressaltar que sou fã de Peter Drucker, o Guru da Administração Estratégica.
Boa Leitura!
RESUMO
O mundo dos negócios hoje está em constantes mudanças, desde novas práticas de negócios, novas práticas de gestão e, principalmente, tomadas de decisão baseadas em análises e estudos financeiros. O artigo faz uma analise conjuntural globalizada, das práticas de gestão no Brasil e de como os gestores estão nos dias atuais, buscando novas alternativas e ferramentas administrativas - financeiras para que as suas decisões sejam as mais precisas possíveis, e, com isso, consigam alcançar resultados expressivos para as finanças corporativas.
Existe uma série de fatores que os gestores podem se basear para que as suas decisões sejam as mais precisas, são balanços patrimoniais, dados estatísticos, previsões financeiras, estudos de viabilidade econômica, métodos de análise financeira, enfim, uma gama de ferramentas teoricamente organizadas para dar ao gestor, embasamento para tomada de decisões.
Também neste artigo, será exposto um tema que está em evidência no Brasil e no mundo, a Sustentabilidade Econômica, no viés que essa prática possibilita uma melhor alocação e gestão mais eficiente dos recursos e no que isso pode influenciar nas tomadas de decisão. Esta prática tem um contexto macro social, um pouco diferente da lógica economicista, porém vem sendo adotado por diversas empresas brasileiras.
PALAVRAS CHAVES: Tomada de decisão, gestão financeira, ferramentas administrativas, liderança, sustentabilidade.
Compreender e entender o sentido e o significado de finanças é de fato estratégico. Alguns sites e livros que falam sobre o tema, abordam as finanças a um conjunto de recursos disponíveis circulantes em espécie que serão usados em transações e negócios com transferência e circulação de dinheiro. Sendo que há necessidade de se analisar a fim de se ter exposto a real situação econômica dos fundos da empresa, com relação aos seus bens e direitos garantidos.
Os números fazem parte do cotidiano organizacional, no controle dos recursos para compras e aquisições, tal como no gerenciamento e própria existência da empresa nas suas respectivas áreas, seja no marketing, produção, contabilidade e, principalmente na administração geral de nível tático, gerencial e estratégica em que se tomam dados e informações financeiras para a tomada de decisão na condução da empresa. Tudo envolve a gestão financeira, aliada a todos os setores que formam as atividades das organizações.
Além de todos os fatores, os especialistas destacam que para os bons gestores financeiros obtenham resultados significativos, é deixar claro para os proprietários das organizações que os gastos pessoais não podem ser confundidos com os da empresa.
Também devem ser evitadas as vendas a prazo. Caso elas sejam feitas, é importante que se adote uma criteriosa análise de crédito, como comprovante de renda ou residência, referências e consultas de crédito.
Administrar é decidir, e a continuidade de qualquer negócio depende da qualidade das decisões tomadas por seus administradores nos vários níveis organizacionais. No entanto, o processo de tomada de decisões vem assumindo complexidade e risco cada vez maiores na economia brasileira. Desajustes de mercado, competitividade, entre outros aspectos vêm exigindo uma capacidade mais analítica dos gestores empresariais. Os conceitos financeiros tradicionais, consagrados em outros ambientes, costumam encontrar enormes dificuldades de adaptação à realidade empresarial brasileira, demandando um conjunto de ajustes e reflexões para a tomada de decisão.
No que tange a administração financeira, além das ferramentas utilizadas para tomada de decisão, a sustentabilidade é outro ponto importante para os gestores financeiros tenham também temas que podem levar ao sucesso empresarial e aumentar a qualidade das decisões financeiras.
A sustentabilidade financeira, enquanto parte da auto-avaliação organizacional, é um processo contínuo por meio do qual a instituição reconhece sua própria realidade, buscando compreender os significados do conjunto de suas atividades para melhorar a qualidade educativa e alcançar maior relevância social.
Numa visão econômica, sustentabilidade significa o retorno financeiro de um projeto, permitindo o seu funcionamento de forma efetiva e indefinida, mesmo depois que a assistência financeira que lhe é oferecida acabar. Atualmente as empresas que não acompanham as necessidades do mercado e as exigências, principalmente as sociais, ficam fadadas a perder espaço e, consequentemente, não atende as exigências do mercado no qual está inserida. Uma experiência é sustentável, quando as diversas forças que se mobilizaram para concretizá-la continuam ativas, depois de terminado o projeto inicial que lhe deu origem
E para dar embasamento a todas as questões elucidadas, a liderança é parte deste processo. Escolher um modelo não é tão simples como pode parecer para alguns. Devem-se observar aspectos como a maturidade do grupo e a própria maturidade dos gestores. Nos estudos de Peter Drucker (1996, p.1) considerado o pai da administração moderna, o líder tem que gerenciar a si próprio; conhecer as suas forças e colocá-las em beneficio dos bons propósitos. A liderança começa, não quando os gestores estabelecem regras para os outros, mas quando ele próprio traça regras exigentes para si. É importante ressaltar que os colaboradores não estão condicionados a um único modelo de liderança. Por isso, os gestores deverão ter a sensibilidade de ser flexível conforme a necessidade da equipe, pois, é impossível ser autoritário e democrático o tempo todo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ARAÚJO SANTOS F. A malha técnico-científica. Porto Alegre: UFRGS, 1998.
CONJUNTURA E PLANEJAMENTO, Salvador: SEI, n.128, p.31-37, Janeiro/2005.
Diário do Comércio e Indústria (Caderno Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae-SP)
FERNANDES, C. B. A comunicação empresarial. Revista de Ciências da Administração. Florianópolis, v. 1, n. 2, ago. 1999.
HELLER R. Como tomar decisões. São Paulo: Publifolha, 1998: 17h23.
LEOTO, Sergio; LEOTO, Magali. Tipos de Liderança. www2.uol.com.br/bibliaworld /smleoto/workshop/lido25.
SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Ed. Garamond, Rio, 2000.
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Um comentário:
Olá Iuri.
Agradeço o conteúdo do seu artigo. Saiba que precisamos de recursos assim para aprofundarmos nossos conhecimentos.
Atenciosamente.
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